Recap do episódio 1 — spoilers até aqui Contamos tudo que aconteceu até o fim deste episódio. Nada do que vem depois.
Seul, 1997, na contagem regressiva para a crise do FMI. Conhecemos a inspetora financeira mais temida de Yeouido e o caso que vai mudar a vida dela. Pega a manta, que essa estreia ja vem com clima de tempestade.
Já assistiu? Abra todas as cortinas de uma vez — a gente lembra da sua escolha.
A gente entra direto na lenda: Hong Geum-bo, inspetora de elite do Serviço de Supervisão Financeira, a tal Bruxa de Yeouido que faz colega homem torcer o nariz só de saber que vai trabalhar com ela. Implacável, viciada em trabalho, ela vive farejando dinheiro que não bate certo no distrito financeiro de Seul. E o radar dela aponta para um lugar específico: a corretora Hanmin Investimentos & Valores, onde o capital anda fluindo de um jeito muito esquisito.
O episódio monta o tabuleiro do fim dos anos 1990 sul-coreanos, com a economia já tremendo às vésperas do estouro da crise do FMI. Geum-bo tem uma fonte interna disposta a entregar a podridão da Hanmin, mas a investigação esbarra numa parede: o informante ligado à família que controla a empresa acaba morto num acidente de carro suspeito, e o caso oficial trava antes mesmo de andar.
Sem a fonte, sem o livro-caixa secreto e com a corrupção protegida por gente poderosa, Geum-bo percebe que pela via burocrática nunca vai chegar lá. É aí que nasce o plano maluco que dá nome à série: se infiltrar por dentro da Hanmin. O capítulo fecha plantando a ideia que vira o motor de tudo — e a gente já fica doidona para ver a Bruxa de Yeouido topar a missão mais improvável da carreira.