O episódio começa com Mi-rae acordando de um sonho estranho, e Gyeong-nam frio com ela, ainda remoendo o que viu com o Yeong-il. O que mais o incomoda é ter percebido que a assinatura dela estava prestes a vencer e seguia ativa ao mesmo tempo em que eles namoravam, o que ele sente como uma espécie de traição emocional. Ele chega a consultar o próprio sósia virtual e a equipe do serviço, e descobre que o Yeong-il representa, ponto por ponto, o homem ideal pras preferências de Mi-rae.
A virada na cabeça dele é linda: conversando com o Hwany, Gyeong-nam percebe que deveria se sentir honrado, e não ameaçado, por se parecer com o par perfeito que ela mesma desenhou. Afinal, o ideal dela sempre teve o rosto dele. Tem ainda um susto pra forçar o acerto de contas: num quase flagra no trabalho, Mi-rae acaba empurrando Gyeong-nam sem querer, uma prateleira cai sobre ele e ele vai parar no hospital com o braço quebrado. É o empurrão (literal, ai) que derruba o último medo dela, o de ser julgada pelos colegas, que, ironicamente, já desconfiavam do romance de qualquer jeito.
Mi-rae enfim entende que prefere a imprevisibilidade do amor real à perfeição artificial do algoritmo. Ela vai até o mundo virtual dar uma despedida de verdade ao Yeong-il, dessa vez sem fugir, e cancela a assinatura do Boyfriend on Demand. O arco da Yun Song fecha com ela afastada temporariamente pelo escândalo de plágio, mas com chão pra recomeçar. E o casal principal finalmente derruba todas as máscaras: Mi-rae e Gyeong-nam se escolhem, trocam o último beijo e escolhem o tal futuro absolutamente normal. A mensagem da série fica redondinha: a tecnologia pode simular o encontro perfeito, mas não substitui o afeto imperfeito e genuíno da vida real.