A disputa de sucessão que vinha fervendo nos bastidores explode de vez. De um lado, o presidente do conselho Kang Pil-beom, agarrado ao poder e ao esquema que sustenta sua fortuna; do outro, as forças que querem desbancá-lo, incluindo o neto Albert Oh, cada vez mais convencido de que o avô teve a ver com a morte do tio Myeong-hwi.
Shin Jung-woo, instalado na presidência da corretora, fica espremido entre lealdades: o cargo que ocupa, o passado que o assombra e o que sente pela novata. As alianças se redesenham e ninguém parece totalmente confiável — cada titã desse confronto tem agenda própria, e Geum-bo precisa ler o tabuleiro depressa para não ser esmagada no meio.
Para a infiltrada, o caos da cúpula é faca de dois gumes: abre brechas para avançar na investigação, mas também aumenta a vigilância e o risco. O episódio reposiciona as peças para a reta decisiva, deixando claro que a queda da Hanmin vai depender tanto da prova financeira quanto de quem ficar de pé nessa guerra interna.