Ji-hyuk finalmente abre o coração e se declara para Ji-won. Mas o timing é cruel: ela não tem espaço nem tempo para refletir sobre o que sente por ele. A vida está acelerada demais, o destino apertando de todos os lados, e os próprios sentimentos ficam em suspenso, esperando uma calmaria que não chega.
Enquanto tenta romper o roteiro do destino e enfrentar as forças que insistem em devolvê-la ao curso original da sua vida, Ji-won leva mais um golpe profissional: seu nome é deliberadamente omitido da proposta. O trabalho que era dela, o reconhecimento que era dela, simplesmente apagados, como se ela nunca tivesse existido naquela sala.
É Ji-hyuk quem a encoraja a não engolir mais essa. Ele a incentiva a se posicionar, a levantar a voz, a lutar pelo que é seu. E então Ji-won se lembra de um futuro que só ela conhece — uma carta na manga que ninguém imagina que ela tem. Com essa lembrança, ela decide reagir, e a gente sente que algo está prestes a virar.